O melasma é uma condição dermatológica crônica caracterizada por manchas escuras, geralmente no rosto, especialmente em regiões como testa, bochechas e buço. Embora não represente risco à saúde, ele pode impactar significativamente a autoestima. Diante disso, surge a dúvida: peeling para melasma funciona mesmo ou é apenas um tratamento temporário?
A resposta é mais complexa do que um simples “sim” ou “não”. De fato, o peeling pode ajudar bastante. No entanto, o sucesso depende do tipo de melasma, do protocolo utilizado e, principalmente, da manutenção adequada.
Neste guia completo do site Peeling, você vai entender como o peeling age no melasma, quais ácidos são mais indicados, quando ele realmente funciona e quais cuidados são essenciais para evitar o efeito rebote.
O que é melasma e por que ele é difícil de tratar?
Antes de tudo, é importante compreender o que é o melasma.
Trata-se de uma hiperpigmentação causada pelo aumento da produção de melanina. Além disso, fatores como exposição solar, alterações hormonais e predisposição genética influenciam diretamente no surgimento das manchas.
Existem três tipos principais:
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🟤 Epidérmico – mais superficial
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🟤 Dérmico – mais profundo
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🟤 Misto – combinação dos dois
Portanto, quanto mais profundo o pigmento, mais desafiador tende a ser o tratamento.
Peeling para melasma funciona mesmo na prática?
Sim, o peeling pode funcionar. Contudo, ele não é uma cura definitiva.
Na maioria dos casos, o peeling ajuda a:
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Clarear manchas progressivamente
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Uniformizar o tom da pele
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Melhorar textura e luminosidade
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Potencializar ativos clareadores
Entretanto, como o melasma é uma condição crônica, o tratamento exige manutenção contínua.
Como o peeling age nas manchas de melasma
O peeling químico promove descamação controlada da pele. Consequentemente, remove células pigmentadas e estimula renovação celular.
Além disso, alguns ácidos atuam regulando a produção de melanina.
Portanto, o efeito ocorre por dois mecanismos:
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Remoção do pigmento já acumulado
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Redução da produção excessiva de melanina
No entanto, sem proteção solar rigorosa, o melasma pode retornar.
Quais são os melhores peelings para melasma?
Nem todo peeling é indicado para melasma. Pelo contrário, alguns podem até piorar o quadro se mal utilizados.
Peeling de ácido glicólico
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Indicado para melasma epidérmico
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Promove renovação superficial
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Melhora textura da pele
Além disso, pode ser usado em protocolos progressivos.
Peeling de ácido retinóico
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Atua na renovação intensa
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Auxilia na regulação da melanina
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Indicado para manchas mais resistentes
Entretanto, pode causar descamação mais intensa.
Peeling de ácido mandélico
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Mais suave
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Seguro para peles morenas
Portanto, muitas vezes é escolhido como alternativa mais segura.
Quando o peeling para melasma não funciona?
Embora seja eficaz em muitos casos, há situações em que o resultado é limitado.
Por exemplo:
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Falta de uso diário de protetor solar
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Exposição frequente ao calor
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Uso inadequado de ácidos em casa
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Alterações hormonais não controladas
Além disso, melasma dérmico profundo tende a responder menos ao peeling isolado.
Comparativo: peeling para melasma vale a pena?
| Critério | Benefício Real | Limitação |
|---|---|---|
| Clareamento inicial | Sim | Pode ser temporário |
| Melhora da textura | Sim | Requer manutenção |
| Prevenção de novas manchas | Parcial | Depende de proteção solar |
| Cura definitiva | Não | Melasma é crônico |
Portanto, o peeling deve ser visto como parte de um plano estratégico, e não como solução isolada.
Quantas sessões são necessárias?
Em média:
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Melasma leve → 3 a 5 sessões
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Melasma moderado → 6 ou mais sessões
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Melasma resistente → protocolo contínuo
Além disso, intervalos de 15 a 30 dias costumam ser recomendados.
No entanto, cada caso deve ser avaliado individualmente.
Peeling para melasma piora a pele?
Quando realizado corretamente, não.
Entretanto, se feito sem indicação adequada ou com concentração elevada em pele sensível, pode causar:
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Irritação intensa
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Inflamação
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Escurecimento pós-inflamatório
Por isso, avaliação dermatológica é essencial.
Como potencializar os resultados do peeling para melasma
Embora o peeling seja eficaz, ele funciona melhor quando combinado com:
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Uso diário de protetor solar com reaplicação
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Antioxidantes tópicos
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Clareadores prescritos
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Rotina adequada de skincare
Além disso, evitar calor excessivo ajuda na manutenção.
Peeling caseiro para melasma funciona?
Produtos cosméticos com baixa concentração podem ajudar na manutenção.
No entanto, não substituem peelings profissionais em casos moderados ou resistentes.
Além disso, o uso inadequado pode piorar a pigmentação.
Gráfico explicativo de evolução típica do tratamento
Evolução média do clareamento ao longo das sessões:
Sessão 1 → leve melhora
Sessão 2 → textura mais uniforme
Sessão 3 → clareamento visível
Sessão 4+ → estabilização e manutenção
Entretanto, resultados variam conforme profundidade da mancha.
Melasma volta depois do peeling?
Sim, pode voltar.
Isso ocorre porque o melasma tem forte influência hormonal e ambiental.
Portanto, mesmo após clareamento significativo, a manutenção é fundamental.
Conclusão: peeling para melasma funciona mesmo?
Sim, funciona — desde que seja parte de um tratamento estruturado.
O peeling ajuda a clarear manchas, melhorar textura e uniformizar a pele. Contudo, não elimina definitivamente o melasma.
Portanto, a combinação entre peeling, proteção solar rigorosa e cuidados contínuos é o que realmente garante resultados duradouros.
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Sou Adriana Paulino a criadora do site Peeling, plataforma dedicada a conteúdos sobre cuidados com a pele, dermatologia, estética e bem-estar. Aos 30 anos, produz materiais informativos e acessíveis com foco em saúde da pele, tratamentos, nutrição e beleza, sempre priorizando informações confiáveis, claras e baseadas em boas práticas.
